Buscar
  • Thiago Luiz Lima - ABMDE

A importância de entregar métricas padronizadas e com precisão no OOH.



Sempre tivemos dados no Out-Of-Home, porém nada padronizado e muito menos preciso. O problema (ou solução), foi a chegada da mídia digital com os conceitos de data-driven, big data e outras formas de análise que trouxeram consigo uma enxurrada de dados que justificam cada centavo investido com extrema precisão.

Até poucos anos atrás as métricas do OOH utilizavam estatísticas ultrapassadas, algumas delas baseadas em estimativas, o intuito era chegar o mais próximo possível do resultado, mas resumindo não passava de um grande chute.

Não vamos abordar as métricas que devemos ou não receber/apresentar nos relatórios de mídia e sim falar da importância de se ter métricas padronizadas, precisas e melhor ainda por incrível que pareça realistas (muitos veículos estão manipulando seus números). Para mais detalhes sobre métricas OOH indico o Mapa OOH e o artigo sobre métricas assertivas da NoAlvo


Foi a partir daí que o mercado de mídia OOH entendeu que deveria entregar audiência ao invés de somente espaços publicitários, começando a se adequar a tecnologia e adotar métricas mais rigorosas e assertivas.

Quando o OOH no Brasil ofereceu uma estrutura padronizada de métricas, por volta de 2017 (resultados do Mapa OOH) a “fatia” de investimento em OOH cresceu 30%.


O OOH está em 3º lugar como veículo de mídia mais utilizado, ficando atrás apenas da TV aberta, onde seus números de audiência são semelhantes e Internet, Está cada vez mais presente, em 2019 foram investidos 2Bilhões, com 10,5% de participação nas campanhas publicitárias, isto se deve pela entrega de métricas padronizadas e seguras aos anunciantes.

Ainda falta muito, Particularmente vejo OOH no futuro entregando segmentações de audiência como gênero, idade e gostos particulares, enfim, assunto para as próximas conversas.

Thiago Luiz Lima

2 visualizações0 comentário